sábado, 3 de novembro de 2012

Movimento Gota dagua

http://www.movimentogotadagua.com.br/assinatura

Este link é de um abaixo assinado para vetar a construção de uma usina hidrelétrica em Bel Monte. Esta usina vai ser o maior impacto do planeta no Brasil devastando metade da floresta amazônica e sem contar os índios de Xingu que vão ficar sem moradia.
Quem quiser colaborar é só entrar no site e assinar.

O planeta agradeçe :D

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Lista vermelha da Herpetofauna brasileira

SAURIA
GYMNOPHTHLMIDAE

Heterodactylus lundii Reinhardt & Luetken, 1862
Placosoma cipoense Cunha, 1966

POLYCHROTIDAE
Anisolepis undulatus (Wiegmann, 1834) - atualmente a espécie pertence a família Leiosauridae (2012)

TEIIDAE
Cnemidophorus abaetensis Dias, Rocha & Vrcibradic, 2002
Cnemidophorus littoralis Rocha, Araújo, Vrcibradic & Costa, 2000
Cnemidophorus nativo Rocha, Bergallo & Peccinini-Seale, 1997
Cnemidophorus vacariensis Feltrim & Lema, 2000

TROPIDURIDAE
Liolaemus lutzae Mertens, 1938
Liolaemus occipitalis Boulenger, 1885

SERPENTES
BOIDAE
Corallus cropanii (Hoge, 1953)
COLUBRIDAE
Dipsas albifrons (Sauvage, 1884)

VIPERIADE
Bothrops alcatraz (Marques, Martins & Sazima, 2002) = Bothropoides alcatraz (Marques, Martins & Sazima, 2002)
Bothrops insularis (Amaral, 1921) = Bothropoides insularis (Amaral, 1921)
Bothrops pirajai Amaral, 1923

TESTUDINES
CHELIDAE
Phrynops hogei Mertens, 1967 = Mesoclemmys hogei (Mertens, 1967)

CHELONIIDAE
Caretta caretta (Linnaeus, 1758)
Chelonia mydas (Linnaeus, 1758)
Eretmochelys imbricata (Linnaeus, 1766)
Lepidochelys olivacea (Eschscholtz, 1829)

DERMOCHELYIDAE
Dermochelys coriacea (Linnaeus, 1766)

ANURA
BUFONIDAE
Melanophryniscus dorsalis (Mertens, 1933)
Melanophryniscus macrogranulosus Braun, 1973

HYLIDAE
Hyla cymbalum Bokerman, 1963 = Hypsiboas cymbalum (Bokerman, 1963)
Hyla izecksohni Jim & Caramaschi, 1979 = Bokermannohyla izecksohni (Jim & Caramaschi, 1979)
Hylomantis granulosa (Cruz,1989″1988″)
Phrynomedusa fimbriata Miranda-Ribeiro, 1923
Phyllomedusa ayeaye (B. Lutz, 1966)
Scinax alcatraz (B. Lutz, 1973)

LEPTODACTYLIDAE
Adelophryne baturitensis Hoogmoed, Borges, & Cascon, 1994 | a sp pertence a família Eleutherodactylidae (2012)
Adelophryne maranguapensis Hoogmoed, Borges, & Cascon, 1994 | a sp pertence a família Eleutherodactylidae (2012)
Holoaden bradei B. Lutz, 1959 “1958″ - a sp pertence a família Strabomantidae (2012)
Proceratophrys moratoi (Jim & Caramaschi 1980) “Odontophrynus” moratoi | a sp pertence a família Eleutherodactylida (2012)
Paratelmatobius lutzii Lutz & Carvalho, 1958
Physalaemus soaresi Izecksohn, 1965 | a sp pertence a família Leiuperidae (2012)
Thoropa lutzi Cochran, 1938 | a sp pertence a família Cycloramphidae (2012)
Thoropa petropolitana (Wandolleck, 1907) | a sp pertence a família Cycloramphidae (2012)

Fonte: Lista da Fauna brasileira ameaçada de extinção

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Proteger as árvores é proteger a vida !

21 de Setembro - dia da árvore

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Como evitar o formol na escova progressiva.

A Anvisa encontrou mais uma vez formol na fórmula de um alisante. O "Alinhamento Amarula", produzido em Curitiba pela empresa John Hair, causou reação alérgica em uma cliente mineira. Em São Paulo, a reportagem buscou pela progressiva em grandes lojas de cosméticos e os vendedores não conheciam o produto. A empresa não possui site. Cabeleireiros da capital paulista também afirmaram não conhecer a marca. Mesmo que não seja o "Amarula", ainda há muito alisamento por aí que tem excesso de formol na fórmula. É comum ouvir dos cabeleireiros que todas as progressivas têm formol. Elas de fato podem ter a substância, o problema, porém, mora na concentração. Neste site: http://portal.anvisa.gov.br/wps/content/Anvisa+Portal/Anvisa/Servicos/Consulta+a+Banco+de+Dados/Cosmeticos é possível pesquisar os nomes dos produtos que têm licença da Anvisa e, consequentemente, não tem formol como principal agente. Antes de mergulhar na química, vá ao salão, converse com o cabeleireiro, peça para ele mostrar qual produto usa. Anote o registro da Anvisa ou somente o nome (celulares que tiram foto podem economizar o lápis e o papel), e, em casa, busque informações sobre o produto no site. Todos os cosméticos avaliados pela agência têm concentração máxima de 0,2% de formol, que é liberado por atuar como conservante. "Ainda é uma quantia alta", diz a dermatologia e cosmiatra Meire Gonzaga. Ela explica que inúmeros cosméticos têm formol na fórmula, mas em concentrações baixíssimas, como 0,0015%. 0,2% é perigoso? Segundo Gonzaga, essa porcentagem pode afetar somente as pessoas alérgicas ao formol. A quantia baixa somada ao intervalo de três meses ou mais entre cada procedimento minimiza possíveis danos à saúde das clientes. Nesse caso, o maior prejudicado é o cabeleireiro que faz vários procedimentos desses por dia. Para evitar intoxicação, os profissionais devem usar mascaras e trabalhar em lugares arejados.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Semana Acadêmica do curso de Biologia

Começou ontem a Semana Acadêmica do curso de Ciências Biológicas na UNIJUI campus de IJUI. Confira a programação: Palestras: Noites: Segunda-feira 03/09/2012 ABERTURA: Presidente CABIO; Coordenador do Curso de Ciências Biológicas; MESA REDONDA: Professores Msc. Volnei Almeida Teixeira, Msc. Telmo Uriarte, Drª. Mara Lisiane Tissot Squalli Houssaini, Drª. Francesca W. Ferreira, Msc. João Pedro Arzivenko Gesing Docentes UNIJUÍ TEMA: Profissão Biólogo Terça-feira 04/09/2012 PALESTRA: PROFESSORA Dra. GIOVANA DANTAS; Docente UNIJUÍ. TEMA: Ritmos Biológicos e comportamento. Quarta-feira 05/09/2012 PALESTRA: Sgt. Brito, da BAPATRAN (batalhão da policia ambiental) de Cruz Alta. TEMA: atuação da BAPTRAN na conservação do meio ambiente Quinta-feira 06/09/2012 PALESTRA: Dr. Paulo Brack - Docente UFRGS TEMA: Por que construir uma Política Estadual de Biodiversidade no Rio Grande do Sul Enceramento: Presidente CABIO; Coordenador do curso de Ciências Biológicas; OFICINAS: Tardes: Quarta-feira 05/09/2012 FRANCESCA FERREIRA Docente UNIJUÍ Tema: Animais Peçonhentos Turno da manhã Quarta-feira 05/09/2012 PHD GIOVANA DANTAS Docente UNIJUÍ Tema: Anatomia Evolutiva Turno da Tarde Quinta-feira 06/09/2012 Dra. ELAINE BIONDO Curadora do Herbário UENC - UERGS - Unidade em Encantado Drª Mara Lisiane Tissot Squalli Houssaini Docente UNIJUÍ Tema: Mitose e Meiose Vegetal Turnos da Manhã e Tarde Saída a campo com o professor Dr. Geraldo Coelho Docente UFFS Data a definir

3 de Setembro

Uma homenagem a todos os Biólogos que trabalham para o funcionamento do nosso planeta!Parabéns a todos.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Para quem gosta de aracnídeos......

Na inundação de 2010 no Paquistão. As aranhas subiram nas árvores para escapar das águas da inundação e como as águas demoraram muito tempo para recuar, elas se reproduziram ali e aumentaram suas populações absurdamente. Assim as árvores se tornaram encapsuladas em teias.

sábado, 18 de agosto de 2012

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Budião Azul

Nome Popular Budião-azul/Blue parrotfish Nome Científico Scarus coeruleus Família Scaridae Distribuição Geográfica Em mares tropicais do Atlântico ocidental, no Brasil ocorre do Norte ao Sudeste. Descrição Corpo alongado, e pouco comprimido lateralmente. Nos adultos o focinho é praticamente reto e a nadadeira caudal possui os lóbulos superior e inferior alongados. A coloração nos adultos é azul escuro. Ecologia Peixes costeiros de águas rasas, vivem geralmente em fundos de coral quase sempre solitários ou em pequenos grupos. Alimentam-se de algas e corais, e até pequenos invertebrados escondidos na areia. A noite se escondem em pequenas tocas onde se protegem com um muco ao redor do corpo, como se fosse uma capa de proteção.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Saiba o que é EIA RIMA- Estudo e Relatório de Impacto Ambiental.

De acordo com a Resolução Conama de 1986: “impacto ambiental é qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente afetam: I. a saúde, a segurança e o bem-estar da população; II. as atividades sociais e econômicas; III. a biota; IV. as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; V. a qualidade dos recursos ambientais.” EIA - Estudo de Impacto Ambiental A RESOLUÇÃO CONAMA Nº 001/86 define que o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) é o conjunto de estudos realizados por especialistas de diversas áreas, com dados técnicos detalhados. O acesso a ele é restrito, em respeito ao sigilo industrial. No artigo 6° dessa resolução define que o EIA desenvolverá as seguintes atividades técnicas: I - Diagnóstico ambiental da área de influência do projeto completa descrição e análise dos recursos ambientais e suas interações, tal como existem, de modo a caracterizar a situação ambiental da área, antes da implantação do projeto, considerando: a) o meio físico - o subsolo, as águas, o ar e o clima, destacando os recursos minerais, a topografia, os tipos e aptidões do solo, os corpos d'água, o regime hidrológico, as correntes marinhas, as correntes atmosféricas; b) o meio biológico e os ecossistemas naturais - a fauna e a flora, destacando as espécies indicadoras da qualidade ambiental, de valor científico e econômico, raras e ameaçadas de extinção e as áreas de preservação permanente; c) o meio sócio-econômico - o uso e ocupação do solo, os usos da água e a sócio-economia, destacando os sítios e monumentos arqueológicos, históricos e culturais da comunidade, as relações de dependência entre a sociedade local, os recursos ambientais e a potencial utilização futura desses recursos. II - Análise dos impactos ambientais do projeto e de suas alternativas, através de identificação, previsão da magnitude e interpretação da importância dos prováveis impactos relevantes, discriminando: os impactos positivos e negativos (benéficos e adversos), diretos e indiretos, imediatos e a médio e longo prazos, temporários e permanentes; seu grau de reversibilidade; suas propriedades cumulativas e sinérgicas; a distribuição dos ônus e benefícios sociais. III - Definição das medidas mitigadoras dos impactos negativos, entre elas os equipamentos de controle e sistemas de tratamento de despejos, avaliando a eficiência de cada uma delas. IV - Elaboração do programa de acompanhamento e monitoramento (os impactos positivos e negativos, indicando os fatores e parâmetros a serem considerados). RIMA – Relatório de Impacto Ambiental O relatório de impacto ambiental, RIMA, refletirá as conclusões do estudo de impacto ambiental (EIA). O RIMA deve ser apresentado de forma objetiva e adequada a sua compreensão. As informações devem ser traduzidas em linguagem acessível, ilustradas por mapas, cartas, quadros, gráficos e demais técnicas de comunicação visual, de modo que se possam entender as vantagens e desvantagens do projeto, bem como todas as conseqüências ambientais de sua implementação. Dessa forma, o Relatório de Impacto Ambiental deverá conter os seguintes itens: I - Os objetivos e justificativas do projeto, sua relação e compatibilidade com as políticas setoriais, planos e programas governamentais; II - A descrição do projeto e suas alternativas tecnológicas e locacionais, especificando para cada um deles, nas fases de construção e operação a área de influência, as matérias primas, e mão-de-obra, as fontes de energia, os processos e técnica operacionais, os prováveis efluentes, emissões, resíduos de energia, os empregos diretos e indiretos a serem gerados; III - A síntese dos resultados dos estudos de diagnósticos ambiental da área de influência do projeto; IV - A descrição dos prováveis impactos ambientais da implantação e operação da atividade, considerando o projeto, suas alternativas, os horizontes de tempo de incidência dos impactos e indicando os métodos, técnicas e critérios adotados para sua identificação, quantificação e interpretação; V - A caracterização da qualidade ambiental futura da área de influência, comparando as diferentes situações da adoção do projeto e suas alternativas, bem como com a hipótese de sua não realização; VI - A descrição do efeito esperado das medidas mitigadoras previstas em relação aos impactos negativos, mencionando aqueles que não puderam ser evitados, e o grau de alteração esperado; VII - O programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos; VIII - Recomendação quanto à alternativa mais favorável (conclusões e comentários de ordem geral). Atividades que exigem o EIA/RIMA De acordo com o artigo 2° da Resolução Conama, a elaboração de estudo de impacto ambiental (EIA) e respectivo relatório de impacto ambiental (RIMA), a serem submetidos à aprovação do órgão estadual competente, e do IBAMA em caráter supletivo, devem ser realizados para o licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente, tais como: I - Estradas de rodagem com duas ou mais faixas de rolamento; II - Ferrovias; III - Portos e terminais de minério, petróleo e produtos químicos; IV - Aeroportos, conforme definidos pelo inciso 1, artigo 48, do Decreto-Lei nº 32, de 18.11.66; V - Oleodutos, gasodutos, minerodutos, troncos coletores e emissários de esgotos sanitários; VI - Linhas de transmissão de energia elétrica, acima de 230KV; VII - Obras hidráulicas para exploração de recursos hídricos, tais como: barragem para fins hidrelétricos, acima de 10MW, de saneamento ou de irrigação, abertura de canais para navegação, drenagem e irrigação, retificação de cursos d'água, abertura de barras e embocaduras, transposição de bacias, diques; VIII - Extração de combustível fóssil (petróleo, xisto, carvão); IX - Extração de minério, inclusive os da classe II, definidas no Código de Mineração; X - Aterros sanitários, processamento e destino final de resíduos tóxicos ou perigosos; Xl - Usinas de geração de eletricidade, qualquer que seja a fonte de energia primária, acima de 10MW; XII - Complexo e unidades industriais e agroindustriais (petroquímicos, siderúrgicos, cloroquímicos, destilarias de álcool, hulha, extração e cultivo de recursos hídricos); XIII - Distritos industriais e zonas estritamente industriais - ZEI; XIV - Exploração econômica de madeira ou de lenha, em áreas acima de 100 hectares ou menores, quando atingir áreas significativas em termos percentuais ou de importância do ponto de vista ambiental; XV - Projetos urbanísticos, acima de 100 ha ou em áreas consideradas de relevante interesse ambiental a critério da SEMA e dos órgãos municipais e estaduais competentes; XVI- Qualquer atividade que utilizar carvão vegetal, derivados ou produtos similares, em quantidade superior a dez toneladas por dia; XVII - Projetos Agropecuários que contemplem áreas acima de 1.000 ha ou menores, neste caso, quando se tratar de áreas significativas em termos percentuais ou de importância do ponto de vista ambiental, inclusive nas áreas de proteção ambiental. O software Mata Nativa auxilia o processo de estudo e relatório de impacto ambiental, uma vez que realiza o processamento do inventário florestal e análise fitossociológica da floresta, fundamental ao EIA RIMA. O vídeo promovido pelo Centro de Produções Técnicas (CPT), de Viçosa-MG, mostra algumas Técnicas de Avaliação de Impactos Ambientais. Fonte: http://www.matanativa.com.br

sexta-feira, 27 de julho de 2012

O peixe mais rápido no oceano....

O veleiro pode atingir velocidades de até 68 milhas (110 quilômetros) por hora.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Morpho azul

As Borboletas do gênero Morpho conhecidas popularmente como Borboletas Azuis, estão entre as mais belas do mundo, são encontradas na Região Neotropical principalmente nas florestas tropicais da América do Sul. São grandes Borboletas das matas, com asas pesadas, de escamas azuis irisadas, que são verdadeiras obras primas da natureza. Eram adoradas religiosamente pelos Astecas e Incas. Para os Astecas e Incas, as selvas onde se desenvolviam esses insetos eram as antecâmaras celestes. Na realidade o tom azul não é natural, as escamas da Morpho são pardas ou ocres, mas a luz, ao penetrar nos alvéolos cheios de ar que atapetam as escamas, produz, pela decomposição de espectro luminoso, tonalidades azul-turquesa ou cobalto, acetinadas e metálicas.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Rã de vidro (Vitreorana Uranoscopa)



Vitreorana Uranoscopa a popular Rã de vidro é uma espécie nativa da Venezuela.
O nome Rã de vidro é devido a sua transparência, existe no mundo cerca de 60 espécies de rãs transparente no mundo, tal espécie é conhecida como glass frog e costuma a ser de cor verde.
Atualmente foi datada na Reserva ecológica de Moreno Fortes no estado do Rio Grande do Sul, ela foi encontrada vocalizando perto de um riacho (os machos de tal espécie) durante a noite apartir das 9 horas da noite horario que a maioria dos anuros saem para vocalizar para as fêmeas em um ritual de acasalamento, as rãs estavam em cima de samambaias, samambaiaçu e gengibre em um riacho próximo a uma cascata totalizando uma população de 5 espécies, logo mais abaixo da cachoeira estavam mais machos vocalizando o total de uma população de 3 rãns somando um total de 8.
Foi observado que a população acima da cascata um ambiente mais tranquilo era maior,e varios machos adultos em pequenas distancias estavam vocalizando, já no ambiente abaixo da cachoeira mais ou menos uns 20 metros a população era mais jovem uma das hipóteses a ser levantada é a de que devido ao barulho da cachoeira as fêmeas não conseguem escutar os machos para o coito levando ao não sucesso reprodutivo de machos, outra hipótese a ser exposta é que os ovos postos pelas fêmeas perto demais da água pode ter sido levado pela correntesa e depositados abaixo da cachoeira. Não foram encontradas fêmeas nesta saida de campo e os machos encontrados estavam todos do mesmo lado ou somente do lado esquerdo do rio ou do lado direito um dos fatores poderia ser a predação ou a falta de lugar para acasalamento.